segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Situação de Aprendizagem




Melhor Gestão Melhor Ensino Ciências
Situação de Aprendizagem –
Eixo Temático: Ser Humano e Saúde
Subtema: Saúde um direito da cidadania
Série: 7º ano
Habilidades:
Ler e interpretar indicadores de saúde apresentados na forma de tabelas e gráficos simples;
Reconhecer episódios de endemia e/ou epidemia, com base na leitura de texto;
Identificar e explicar condições ambientais e climáticas que favorecem (ou dificultam) a disseminação de algumas doenças, com base na leitura de texto;
Propor ações para melhorar a qualidade de vida de uma determinada população, conhecidos os seus indicadores básicos de saúde.

Situação problema: Aumento do número de casos de dengue.
I- Sondagem: Por meio de imagens, ilustrações. 
II - Questões norteadoras para instigar o interesse pelo assunto e resgatar conhecimentos prévios:

1)Todas as doenças são transmitidas da mesma forma ou pelos mesmos vetores?
2)Existem fatores que favorecem ou dificultam a proliferação de uma ou outra doença em diferentes regiões do Brasil? Quais?
3) Como são chamados os insetos transmissores de doenças em diferentes estados do Brasil?
III - Contextualização: Por meio da leitura de um texto (notícia/ jornal) da região ou exibição de um vídeo sobre o assunto.
IV – Busca de dados de forma diversificada: propor uma pesquisa em diferentes fontes de informação, visita a campo.
V – Aprendizagem significativa e evolução conceitual (e o conflito): Por meio de questionamentos  que aprofundem as discussões para que os alunos resolva a situação problema.
VI – Sistematização do conhecimento: por meio de rodas de conversa, apresentação de suas conclusões em cartazes, exposição dos trabalhos.
VII – Aplicação do conhecimento em situações novas: realização da experiência  “ovitrampas (FIOCRUZ)”.
VIII – Avaliação: participações orais nas discussões coletivas; apresentação da pesquisa realizada;
Bibliografia utilizada:
  1. Caderno do professor: ciências, ensino fundamental - 8 a série, volume 3 / Secretaria da Educação; coordenação geral, Fini, Maria Inês e outros. São Paulo: SEE, 2009.
  2. São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: Ciências da Natureza e suas tecnologias; Fini, Maria Inês - Luis Carlos de Menezes. – 1. ed. atual. – São Paulo: SE, 2011.152 p.
  3. Matriz de Referência do Saresp...
 GRUPO 5, composto pelos seguintes Professores Cursistas:
- Monique Estevam de Siqueira
- Nelson Rodrigues
- Nidia Aparecida Neves
- Paulo Antonio Bonando
- Paulo Avelino dos Santos
- Roberto Carlos Pereira da Costa
- Roberto Eugenio de Souza


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Situação de Aprendizagem - Grupo 5



Título: Planeta Terra: história e forma.

Esta situação de aprendizagem tem como objetivo fazer com que o aluno reconheça o formato da Terra através de um percurso histórico e científico.

Séries: 5º série/ 6ºano – Volume 1

Tempo previsto: 4 aulas
Conteúdos: Representações da Terra, forma fatos históricos e  científicos.
Competências e Habilidades
Ler e interpretar imagens e modelos representativos do planeta Terra fazendo estimativas de suas dimensões.
Reconhecer a diversidade histórica cultural das representações da Terra elaborada em diferentes épocas e por diferentes culturas.
Pesquisar e comparar representações do planeta Terra em diferentes épocas cultural e civilizações.
Estratégias: levantamento de conhecimentos prévios por meio de questões e leitura compartilhada de textos sobre o tema.
Recursos: Imagem da Terra (slides), data show, texto.

Avaliação: participação dos alunos na discussão, na resposta às questões e produção de um texto escrito alunos.

Esta atividade será desenvolvida em três etapas. Para a sensibilização do tema, primeiramente será apresentado o texto a seguir com uma imagem do planeta, com perguntas a serem respondidas.
Após a sensibilização, será feita uma leitura compartilhada de texto sobre o assunto. O professor irá explicar e interagir com alunos. Conforme o texto, será discutido a origem da Terra: fatos históricos e científicos.

Roteiro da situação de aprendizagem – para os alunos

Atividade 1: Representações do planeta Terra

Observe a figura e responda as questões:

O que é observado nessa imagem?
Como vocês acham que essa fotografia foi tirada?
Qual a forma da Terra?
Quais as cores de destaque da Terra?

Figura 1: Disponível em: jnettropical.blogspot.com.br. Acesso em: 13/08/2013

Atividade 2: Problematização e contextualização


Você acha que os homens sempre acreditaram que a Terra é redonda?
Faça a leitura dos próximos textos.

Eratóstenes e a circunferência da Terra

Eratóstenes viveu no Egito entre os anos 276 e 194 antes de cristo. Ele era bibliotecário-chefe da famosa Biblioteca de Alexandria, e foi lá que encontrou, num velho papiro, indicações de que ao meio-dia de cada 21 de junho na cidade de Assuã (ou Syene, no grego antigo) 800 km ao sul de Alexandria, uma vareta fincada verticalmente no solo não produzia sombra.

Cultura inútil, diriam alguns. Não para um homem observador como Eratóstenes. Ele percebeu que o mesmo fenômeno não ocorria no mesmo dia e horário em Alexandria e pensou:




Se o mundo é plano como uma mesa, então as sombras das varetas têm
de ser iguais. Se isto não acontece é porque a Terra deve ser curva!


Mais do que isso. Quanto mais curva fosse a superfície da Terra, maior seria a diferença no comprimento das sombras. O Sol deveria estar tão longe que seus raios de luz chegam à Terra paralelos.
Varetas fincadas verticalmente no chão em lugares diferentes lançariam sombras de comprimentos distintos. Eratóstenes decidiu fazer um experimento. Ele mediu o comprimento da sombra em Alexandria ao meio-dia de 21 de junho, quando a vareta em Assuã não produzia sombra. Assim obteve o ângulo A, conforme a figura abaixo.



Eratóstenes mediu A=7° (aproximadamente). Se as varetas estão na vertical, dá para imaginar que se fossem longas o bastante iriam se encontrar no centro da Terra. Preste atenção na figura acima. O ângulo B terá o mesmo valor que A, pois o desenho de Eratóstenes se reduz a uma geometria muito simples: se duas retas paralelas interceptam uma reta transversal, então os ângulos correspondentes são iguais.

As retas paralelas são os raios de luz do Sol e a reta transversal é a que passa pelo centro da Terra e pela vareta em Alexandria. O ângulo B(também igual a 7°), é a uma fração conhecida da circunferência da Terra e corresponde à distância entre Assuã e Alexandria!

Eratóstenes sabia que essa distância valia cerca de 800 km e então pensou: 7° http://www.zenite.nu/figs/f08/aprox.gif 1/50 da circunferência (360°) e isso corresponde a cerca de 800 km.

Oitocentos quilômetros vezes cinqüenta são quarenta mil quilômetros, de modo que deve ser este o valor da circunferência da Terra.


Referência: COSTA, J. Como medir distâncias no espaço: Eratóstenes e a circunferência da Terra. Disponível em: http://www.zenite.nu/. Acesso em: 13/08/2013.

O mundo não é chato

Valor encontrado atualmente: cerca de 40.072 km ao longo da linha do equador. Um erro muito pequeno para uma medida tão simples, e feita há tanto tempo! Com a circunferência, podemos calcular o diâmetro e o raio ou ainda o volume e a área da superfície, através de fórmulas simples.

Repare que o conhecimento utilizado por Eratóstenes (retas paralelas cortadas por uma transversal) é formalmente adquirido hoje nas aulas de geometria do ensino fundamental.

Fica a sugestão para a realização dessa experiência fantástica entre escolas de lugares distantes. Com as facilidades de comunicação de hoje fica ainda mais fácil sentir o prazer de usar um raciocínio tão simples e elegante para obter uma medida tão preciosa.

 A Terra é redonda

Como se sabe que a Terra é redonda. Esta informação é muito útil, ajuda explicar vários fenômenos que observamos no nosso dia a dia, tais como o nosso clima ou o sol ficar vermelho ao se por.
Uma das grandes descobertas da humanidade foi perceber que a Terra é redonda. Mais interessante ainda é que isto foi feito numa época onda não havia aviões ou satélites artificiais nem máquinas fotográfica.  Hoje, com a ajuda destas invenções, é possível tirar fotos da Terra de lugares muito distantes, enviá-las de volta para nós. Por isto, hoje para perceber que a Terra é redonda basta olhar uma foto. No fim do texto há uma foto da Terra tirada pela tripulação da Apolo 17. Vendo esta foto será que alguém fica com dúvida  que a Terra é redonda?
Por isso hoje é fácil perceber que a Terra é redonda, uma bola, mas antes destas fotos era muito mais difícil chegar a esta conclusão. Quando você olha para a Terra da sua casa, da sua escola, da rua você consegue perceber que ela é redonda? Isto é muito difícil porque comparados a Terra nós somos muito pequenos.
Quando e como se suspeitou que a Terra fosse redonda? Pelo que nós sabemos hoje um grego chamado Pitágoras, que viveu à 2500 atrás, concluiu que a Terra era redonda. Ele chegou a esta conclusão por causa da localização das estrelas em diversos locais da Terra e também por causa da maneira como os navios aparecem ou desaparecem no horizonte ao chegarem num porto. Este último argumento de Pitágoras é o mais fácil de entender, vamos apresentá-lo.
Se você estiver num porto e observar a chegada de navio verá que primeiro aparece  as partes superiores o mastro ou  a chaminé e por fim o casco.  Se  você olhar a saída do navio verá que desaparece primeiro o casco e depois o mastro ou a chaminé. Isto só é consistente com o fato da Terra ser redonda. Se Terra fosse plana aconteceria outra coisa, semelhante a chegada ou a saída de um avião de um aeroporto. No alto, todo o avião é pequeno mas, na medida em ele que desce tudo aumenta, as asas, a fuselagem, as turbinas e as janelinhas. Quando você observa um avião no aeroporto ele é bem grande.
Saber que a Terra é redonda foi importante para a navegação. Este conhecimento motivou a viagem de Cristovão Colombo que chegou as Américas ao tentar atingir as Índias por outro caminho. Antes dele Vasco da Gama, navegador português, tinha descoberto um caminho para as Índias indo pela África. Pegue o globo terrestre e veja as diferenças entre os dois caminhos para a Índia, um pela África e outro pelas Américas.

Anos atrás era preciso muita imaginação para perceber que a Terra era redonda. Hoje, com as fotos tiradas pelos satélites ou pelos astronautas, nós podemos perceber este fato de uma forma muita mais simples, basta olhar. Se você mora perto do mar ou se for para a praia aproveite e observe um barco chegar ou sair da praia. Com esta observação você poderá comprovar o argumento de Pitágoras.

Referência:Paixão,W.A Terra é redonda.Disponível em:http://imre.ifi.unicamp.br/textos/alunos/17-a-terra-e-redonda. Acesso em:13/08/2013.



Atividade 3: Apresente aos alunos o globo terrestre. Discuta as hipóteses elaboradas por eles sobre o formato da Terra e os fatos científicos.

Após toda essa discussão escreva um texto ressaltando:

a) a história das ideias sobre o formato do planeta.
b) Afinal, você  acredita que a terra é redonda? Quais as evidências?
c) Você gostou do texto? O que você aprendeu?



Grupo 5


- Monique Estevam de Siqueira
- Nelson Rodrigues
- Nidia Aparecida Neves
- Paulo Antonio Bonando
- Paulo Avelino dos Santos
- Roberto Carlos Pereira da Costa
- Roberto Eugenio de Souza




quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Depoimentos de Leitura e Escrita



Muitas lembranças me remetem aos processos de leitura e escrita, das primeiras letras e da professora Dona Elza, que com carinho pegava em nossas mãos  para os primeiros traçados , dos livros comprados na porta de casa, selecionados por meu pai que só tinha o primário, das noites de brincadeiras  de pergunta e resposta sobre conhecimentos de todas as disciplinas na cozinha de casa com meu pai puxando as falas, enquanto estudava por correspondência , da participação na Maratona Intelectual Infantil, na terceira série com direito à final  realizada na rádio da cidade, o empréstimo de livros da Biblioteca Municipal e outras tantas, como essa:
Eu acompanhava minha avó materna nas rezas, tinha uns seis ou sete anos  e  uma das residências em que sempre íamos, a da Dona Olímpia, tinha um diferencial: um piano e uma estante de livros, fechada de vidro que deixava à mostra toda uma viagem de cores, formas, luzes... Eu chegava a escutar o som do piano e o movimento dos livros que precisavam sair dali para conquistar outros leitores.
Foram muitas rezas e muitos sonhos, os meus olhos brilhavam quando conseguia ler um título, uma imagem por trás das prateleiras e imaginava, o que estaria escrito em cada um deles. Meu sonho foi em parte realizado, no final do ano ganhei um livro daquela estante que me abriu portas para outras leituras, infindáveis... Não sei dizer se foi esse começo, o “start”, mas posso dizer que fez toda a diferença.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Divulgação

Olá!

Depois de participar do Simpósio de Ciências da Natureza em 2013 - fazia apenas alguns dias que estava na função de PCNP - fiquei entusiasmado com toda aquela novidade e construí um blog com a intenção de compartilhar aquivos com os colegas.
O resultado foi positivo, porém acredito que a resistência em utilizar as ferramentas tecnológicas ainda está muito presente em nosso meio. Não houve tantos acessos quanto imaginei e confesso que mantê-lo atualizado não é uma tarefa muito simples.

Disponibilizo o link para que possam visitar e deixar suas impressões:

http://nucleodequimicadero.blogspot.com.br/

DEPOIMENTOS SOBRE LEITURA E ESCRITA

               Boa tarde a todos.



              Trabalho com um Projeto em minha DE, desde 2009, onde o Professor, utiliza o Ambiente Virtual: Blog, como um recurso a mais, além daqueles já existentes em sala de aula para compartilhar os conteúdos do Currículo de Física e também as suas orientações pedagógicas.
              O Blog é um Ambiente Virtual de aprendizagem colaborativa, onde a partir de cada post, o aluno pode verificar os conteúdos relacionados pelo seu professor e também efetuar e receber postagens dos seus colegas de turma, aprimorando a todo momento além dos conhecimentos de Física a sua competência de Leitura e Escrita, pois escrever e ler o ajuda no entendimento das coisas.
              Nesse meu período de trabalho, orientei vários Professores de todas as UE's do Ensino Médio de nossa Região no desenvolvimento dessa prática, percebendo as suas dificuldades ao utilizar a WEB na implantação desses recursos com os alunos, mas através de acompanhamento junto aos Professores, percebi o seu bom desenvolvimento com o desenrolar das atividades.
               Em minhas OT's na Diretoria de Ensino, enfatizei com os Professores de Física a utilização de artigos científicos e também de livros como um excelente recurso para o aprendizado dos alunos, pois o artigo científico, sendo um gênero textual é um excelente recurso para as aulas de Física no entendimento do conhecimento científico e também para o desenvolvimento da competência Leitora e Escritora .


           ROBERTO EUGENIO DE SOUZA
 

experiências de leitura e escrita


Vou relatar duas experiências:
A primeira foi a leitura do livro: A Revolução dos Bichos – de Orwell.  Eu tinha aproximadamente 15 anos e foi a primeira leitura de um livro indicado por professores ( escolas), que me fez sentido e gostei muito de  ler. As outras indicações ,até o  ensino médio, sempre foram consideradas  “chatas” e  as leitura obrigatórias.
A segunda experiência foi como professor de ciências, lá no século passado,  aproximadamente  em 1999.  Na 6ª série, abordando o tema origem da vida, biogênese e abiogênese, resolvemos fazer a experiência : De onde vem o bicho da goiaba ?  Organizamos as atividades em grupos,  com observação  de goiabas,  levantamento de hipóteses, montagem do experimento, com controle dos  “frascos fechados” e  “frascos abertos”, anotação dos resultados, acompanhamento semanal , etc.  Ao final, com o acompanhamento, a coleta  de dados , os alunos deveriam  também escrever um relatório.  Desde o início, todos sabiam que  ao final deveria ser escrito um relatório sobre a atividade/experiência, com todas as etapas: capa,introdução, objetivos, procedimento, mateirias, resultados, etc... .  Então  entrei em contato com a professora de Língua Portuguesa, da mesma classe, que trabalhou com os alunos as informações necessárias sobre o “gênero”  Relatório científico.  Fizemos esse trabalho em parceria (interdisciplinar), os alunos participaram intensamente,  os relatórios ficaram muito bons ( tenho alguns guardados até hoje) .  A professora aprendeu biologia, eu aprendi  língua portuguesa e deu tudo certo.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Minhas memórias


Partilhar nossas experiências é sempre uma ótima oportunidade de vivenciar situações em que nos percebemos parte de um todo, por meio da singularidade com que as coisas acontecem.
Ao relembrar os processos da escrita em minha formação, tentei buscar a fase em que estava no “primário”, das construções solicitadas por minhas professoras, cartinhas para os familiares enfim. Mas o que ficou mais forte na memória são, sem dúvida, as cartas que escrevi durante as temporadas que fiquei distante da minha família, já nos anos finais do Ensino Fundamental. Eram tantas correspondências que quase diariamente eu respondia uma delas. Por algum tempo cheguei a escrever duas vezes por semana para uma de minhas irmãs - com quem mais me comunicava. Eram assuntos dos mais variados possíveis. Desde os acontecimentos familiares até os projetos para o futuro. Confidências. A maneira como escrevíamos era tão intimista, sincera e informal que não havia dificuldades em expressar nossos sentimentos e opiniões. Sempre recebia elogios pela maneira como escrevia, e entre uma carta e outra havia um comentário ou pedido de desculpas pelos erros de português, o que me fazia pensar se estava sendo muito formal ou utilizando termos rebuscados demais.
Atribuo isso pelo fato de estar sempre com um texto nas mãos, fossem de livros, jornais ou revistas que realmente diferenciavam meu vocabulário. Mas não faziam de mim um escriba sem noção.
A contribuição que as professoras deram foram muito importantes para que eu viesse a compreender que escrever é muito mais do que agrupar símbolos, mas uma oportunidade de expressão. E a leitura nos leva a tomar conhecimento de como podemos fazê-lo.

Marco da Infância

Minhas lembranças relacionadas à leitura e escrita datam da infância. Brincava de escolinha com as bonecas, afinal nunca tive irmãos e não costumava sair de casa, quando aprendi a escrever meu nome e mais algumas palavras, saí escrevendo em todos os lugares possíveis, desde a poeira do carro até a parede recém pintada do meu tio. O excesso de alegria e exposição logo me denunciaram, não demorou muito para que eu fosse apanhada e levasse uma bronca, mas isso não impediu que eu continuasse com essas "artes".
Aprender a ler me fez sentir a mais importante das pessoas e me recordo de atormentar meus pais lendo tudo o que via pela frente para mostrar o quão sabida eu era e como estava melhorando a cada dia, queria que eles se orgulhassem por isso. Lembro-me do uniforme azul e branco, da minha mãe arrumando meu cabelo e da lancheira que, até hoje, ao relembrar, meus olhos se enchem d’água e eu sinto o cheiro da bolacha, ou do pãozinho, com suco de laranja e a toalhinha para forrar na mesa.
Eu e a "tia" Adriana, a professora que me apresentou o mundo da leitura e escrita ainda no Jardim da Infância
Aprender a ler e a escrever foi sem dúvida um grande marco na minha infância... Na minha vida!

Nelson Rodrigues - Boas Vindas

Ola colegas do grupo 5 e Tutora Renata,

Sejam bem vindos ao nosso Blog, espero contribuir para que seja o melhor.

Abraço

Trabalhando a Sustentabilidade



Respondendo as questões solicitadas para cada grupo

- Sabe com quem vai trabalhar?
Grupo 5 - Monique Estevam de Siqueira,  Nelson Rodrigues,  Nidia Aparecida Neves, Paulo Antonio Bonando,  Paulo Avelino dos Santos,  Roberto Carlos Pereira da Costa, Roberto Eugenio de Souza
- Sabe quem é o representante do seu grupo? Monique Estevam de Siqueira
- Sabe que ferramenta de blog vai usar? Blogger
- Já fez o seu cadastro na ferramenta escolhida? Sim
- Se você não é o representante do grupo, sabe o que fazer para poder publicar no blog do grupo?  A partir do convite do representante, você torna um administrador e pode compartilhar suas experiências no Blog.

Minha experiência com a Leitura e Escrita.
Ola caros,
 Desde pequeno, sempre fui curioso, aprendi a ler com meus irmãos mais velhos, acho que como a maioria, aprendi com Caminho Suave, no meu tempo de E.F. não tinha condições de comprar os livros exigidos pelos professores, mas como sempre, arrumávamos emprestados os livros e tirávamos xerox das páginas mais importantes e líamos, já na faculdade foi mais prazeroso, pois podia me dar ao luxo de comprar os exemplares solicitdos inclusive o "Romance da Matemática" no qual tive como base para o meu TCC, hoje adoro  ler cientifico, romance, sempre que tenho um tempo vago ou em viagem levo um livro para me distrair e aprender um pouco mais, preciso agora aprender a escrever, quem sabe escrevo um livro, o nome já é de escritor kkk.
Abraços

Boas Vindas!


Caros professores,

Este Blog faz parte do Curso “Melhor Gestão Melhor Ensino de Ciências e é uma ferramenta que vai ajudá-lo na gestão de sala de aula a promover práticas inovadoras articulando temas do currículo da SEE e também ampliar seu foco de formação. Além disso, vai ajudá-lo na troca de experiências com os colegas, compartilhando e recebendo boas práticas inovadoras de sala de aula.

O MGME de Ciências, unindo tecnologia e ensino, também veio contribuir para que o professor de Ciências seja incluído no ambiente virtual, minimizando suas dificuldades, para que a sala de aula se torne um ambiente rico e inovador.

A partir do curso presencial, o blog vai possibilitar interações entre os participantes por meio de fóruns de discussão, trazer elementos teóricos e práticos, tendo o currículo como caminho, habilidades relacionadas à competência leitora e escritora.

Convidamos vocês para conhecer esse espaço interativo!

MGME - CIÊNCIAS: FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS

              Bom dia a todos.

              Também desejo boas vindas a todos os integrantes do meu grupo e também a nossa Tutora que nos visitará. Neste ambiente virtual colaborativo, vamos construir conhecimentos entre nós do grupo e também com os demais que nos visitarão.

              Roberto Eugenio.